terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Opiniões do consultor de empresas Daniel Godri.

O palestrante Daniel Godri, em evento promovido pelo Sindilojas Porto Alegre e a CDL da Capital, no dia 16 de novembro, no Teatro do Bourbon Country, concedeu entrevista para o Sindilojas Porto Alegre. Entre os assuntos abordados estão o diferencial para encantar o cliente, a excelência no serviço e como ter aumento de lucro cuidando dos consumidores:


1- O que um empreendedor deve fazer para ter sucesso?
A primeira característica de um empreendedor de sucesso é ele acreditar no que faz. Ele também não pode ter medo, porque sendo dono do negócio é ele quem precisa decidir. Além disso, é importante estar sempre disposto a aprender e também estar atento às novidades, conhecendo cada vez melhor o mercado em que atua e qual o verdadeiro desejo ou necessidade de seus clientes.

2- Como desenvolver os talentos da equipe para ter sucesso?
Primeiramente reconhecendo os talentos. Eles precisam ser descobertos e cuidados para que dêem cada vez mais frutos. A melhor forma de desenvolver talentos é deixar que eles possam ser usados, dar atribuições para os colaboradores e deixá-los imprimir sua marca, suas qualidades naquele trabalho e, claro, sempre reconhecê-los.

3- Como sensibilizar a equipe para o sucesso?
Comunicação é o nome do jogo. Se você quer uma equipe que trabalha junto com você pelo sucesso do seu negócio, você precisa conversar urgentemente com ela. Seu pessoal precisa saber onde a empresa quer chegar e qual a participação de cada um deles para que isso se torne realidade. Essa questão acaba se misturando um pouco ao que acabei de dizer sobre desenvolver os talentos: é nessa hora que você chama o pessoal pra trabalhar junto, conquistar junto e naturalmente, usar seus melhores talentos no trabalho.

4- Qual a principal habilidade a ser desenvolvida ou fortificada para o próximo milênio?
Gostaria de destacar duas habilidades: aprender a ouvir e manter sua singularidade. Aprender a ouvir para entender melhor os clientes, a equipe, a família. Tudo isso lhe trará grandes benefícios. E manter a sua singularidade: mais do que nunca estamos precisando de pessoas que sabem manter seu jeito, sua personalidade sem deixar se levar excessivamente pelo que os outros pensam e acham. E isso vale também para empresa: mantenha a singularidade do seu negócio – isso pode ser um grande diferencial.

5- Como ter aumento de lucro com os mesmos recursos?
Utilizando melhor os mesmos recursos. Pensando em coisas novas, em coisas diferentes. Pergunte para você mesmo: e por que não?
Ouse, vá em frente, tente o novo mesmo que esse novo use os mesmos recursos apenas de uma forma inovadora.

[Notícias - Sindilojas-poa]

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

As pop up stores chegaram para não ficar.

A nova moda é abrir e fechar. Lojas temporárias que atraem o consumidor pelo curto prazo de duração e por meio de intervenções artísticas começam a fazer sucesso no país.
O jornalista e empresário André Hidalgo trabalha diariamente com conceitos artísticos de moda, mas nem por isso esquece o lado comercial das roupas criadas pelos 25 estilistas que compõem o time da Casa de Criadores, evento idealizado por ele que, anualmente, apresenta ao mercado novos talentos do design de moda. Para divulgar o nome do evento e tornar os preços das peças mais acessíveis, Hidalgo resolveu abrir a Casa de Criadores Loja Pop Up no bairro paulistano dos Jardins, em parceria com Alberto Hiar, sócio da marca Cavalera. Inaugurada em outubro, a loja conta com espaço para exposições de arte e apresentações musicais e tem previsão de ficar instalada somente por seis meses.
Assim funciona uma pop up store: poucos dias ou meses são suficientes para uma loja ganhar vida. Além disso, ela não exige continuidade, diferentemente de uma loja itinerante O que define o conceito de uma pop up store é a possibilidade de explorar um lugar com determinada concentração momentânea de público, segundo Alberto Serrentino, sócio sênior da consultoria GS&MD Gouvêa de Souza. De acordo com ele, a capacidade de captar os momentos e de interpretar oportunidades vale mais do que o produto em si: “A loja tem de fazer a pessoa ir por acreditar que há algo a mais, que se ela não conhecer, visitar e usufruir, acaba logo”, diz Alberto.
Para André Hidalgo, o empreendimento temporário é também uma oportunidade de testar o potencial comercial de cada estilista: “A vantagem da loja pop up é que ela é um grande balão de teste com riscos muito menores que os de uma loja definitiva”, afirma. Foram investidos cerca de R$ 250 mil na loja, que levou apenas três meses para ficar pronta. O faturamento mensal previsto é de R$ 100 mil, mas Hidalgo acredita que o maior ganho está na própria estratégia de divulgação, já que as pop up stores podem ser uma ação de varejo, marketing ou híbrida até, segundo Serrentino: “O retorno de uma ação pode vir de uma venda muito boa ou da divulgação da marca, tudo depende da estratégia”.
[Larissa Ogusico - revistapegn]

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Nas vendas de Natal, lucra mais quem sai na frente.

A velha regra de que consumidor brasileiro sempre deixa para fazer tudo na última hora não pode valer para as lojas e empreendedores no fim de ano. Para o consultor de marketing do Sebrae São Paulo, Gustavo Carrer, é preciso começar cedo com a decoração e as liquidações. “Quem começa logo aproveita melhor. Aqueles que chamarem atenção primeiro vão sair na frente”, afirma.
A corrida, no caso, é para aproveitar a primeira parcela do 13º, que deve injetar cerca de R$ 84,8 bilhões na economia, segundo previsão do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), um salto de 8,7% em comparação ao valor estimado no ano passado.
Na decoração, é preciso lembrar que não basta colocar algumas lâmpadas coloridas e uma árvore para criar um clima natalino. Pelo menos não um que ajude as vendas. “É essencial tomar cuidado com a poluição visual e achar uma decoração que não entre em conflito com a identidade visual da loja”, diz Carrer. Outra forma de atrair a atenção do consumidor é explorando o marketing sensorial, com cheiros, sons e imagens que lembram o Natal.
Para vender mais também é preciso saber o que vender. Se produtos relacionados ao
Natal, como comidas típicas, objetos de decoração ou temáticos já são campeões naturalmente, o setor de confecções, eletrônicos e brinquedos devem aproveitar a época para aumentar seu faturamento.
Além, claro, do setor de "lembrancinhas". “As "lembrancinhas" são aqueles presentes entre R$ 20 e R$ 60 que têm um valor psicológico e sentimental, que não pesa no bolso e é possível comprar para presentear todos os conhecidos, como CDs e livros”, afirma Carrer. “São os produtos que mais acabam vendendo.”
Nessa corrida, além de planejar com antecedência, lojas e empreendedores devem também ter fôlego para se preparar para o Ano Novo. Depois de árvores, lâmpadas e neve artificial é preciso pular logo para o branco e para o champanhe em um curto intervalo de tempo.
A rapidez é garantia de mais vendas. E haja fôlego.

[Rafael Farias Teixeira - Revista PEGN]

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Você entrevista Michael Porter, o número 1 do mundo em estratégia competitiva .

Michael Porter irá responder às questões de leitores da Revista Época NEGÓCIOS. Mande suas perguntas.

A maior autoridade mundial em estratégia e competitividade vai responder às perguntas de leitores de Época NEGÓCIOS. Michael Porter, professor da Harvard Business School, nos Estados Unidos, tornou-se best-seller entre presidentes e executivos de grandes empresas no mundo, com sua teoria sobre as cinco forças competitivas das companhias e as três vantagens competitivas que elas devem possuir.
Aos 62 anos, Porter é autor dos principais best-sellers sobre estratégia, entre os quais se destacam "Vantagem Competitiva", "A Vantagem Competitiva das Nações" e, mais recentemente, "Repensando a Saúde". Por quatro vezes, Porter recebeu o prêmio McKinsey Award pelo melhor artigo publicado na Harvard Business Review, revista da escola americana de economia e negócios, uma das mais importantes do mundo.
O especialista lidera, na Harvard Business School, o programa para novos presidentes de empresas com faturamento superior a US$ 1 bilhão e também o Institute for Strategy and Competitiveness. Além disso, realiza o assessoramento de governos e empresas líderes mundialmente.
Formado em Engenharia Mecânica, obteve os títulos de mestre e Ph.D. em Economia Empresarial pela Universidade Harvard. Em estudo mundial realizado pela empresa de consultoria Accenture, que gerou um ranking internacional dos principais consultores e pensadores do management mundial, Michael Porter foi classificado em primeiro lugar.
Porter estará no Brasil no início de dezembro para participar do HSM Expo Management (www.expomanagement.com.br). Ele fará uma palestra, intitulada "Do Planejamento à Implementação", no dia 2 de dezembro, e abordará os seguintes tópicos:
- Por que o pensamento atual sobre competição é destrutivo para empresas e clientes
- Por que a maioria das empresas não tem uma estratégia
- Como definir em qual negócio uma empresa está realmente competindo
- A definição da estratégia correta
- Como implementar e comunicar uma estratégia: os passos essenciais
- Como definir metas corretas para a empresa
As 15 questões selecionadas serão respondidas por Michael Porter na revista e no site.
Clique aqui e envie sua pergunta agora com nome completo, telefone, cidade e estado. Mande quantas questões quiser até o dia 30 de novembro.

[Época NEGÓCIOS Online]

sábado, 21 de novembro de 2009

Hotelaria promove evento sobre Inteligência Competitiva.


A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do RS (ABIH-RS) promove o 1º Curso de Revenue Management & Inteligência Competitiva na Hotelaria, que acontecerá no dia 24 de novembro na sua sede – Chaves Barcelos, 27, conjunto 801, entre 9h e 18h30min.
O objetivo do evento é aprofundar a teoria da maximização da receita dos hoteis.

Conteúdo:
- Conceito Maximização da Receita,
- Variáveis Ambientais,
- Análise Mercadológica,
- Oferta x Demanda,
- Canais de Distribuição,
- Segmentação de Mercado,
- Precificação e Amplitude Tarifária,
- Tempo de Permanência,
- Antecedência da Compra,
- Eventos, Inteligência Competitiva,
- Identificação de Oportunidades,
- Forecast,
- Otimização e Rentabilidade.

Maiores informações pelo telefone: (51) 3227-4603.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

27º TOP DE MARKETING ADVB/RS reconhece as empresas com as melhores estratégias de marketing no Estado.


Após a avaliação de todos os cases inscritos no 27º Top de Marketing da ADVB/RS, o corpo de jurados, composto por 26 profissionais que atuam no mercado, apontou as 29 empresas vencedoras do Top 2009, levando em consideração quatro critérios: criatividade e inovação, estratégia de marketing, ferramenta de marketing e resultados obtidos.
Todo o processo de julgamento dos cases, bem como a apuração dos resultados pela média das notas dos jurados, foram auditados pela Ayub Pohlmann Auditores e Consultores.
Reconhecido como um certificado de qualidade às estratégias vencedoras, o Top de Marketing é o maior prêmio de marketing do Rio Grande do Sul e o destaque que os grandes cases merecem.
“A ADVB/RS quer aplaudir quem faz a diferença e contribui de forma inovadora para o crescimento e fomento do mercado e, também, fortalecer os laços com as empresas, incentivando práticas que produzam bons resultados, principalmente, em períodos de crise e de recessão comercial”, afirma o presidente da ADVB/RS, Claudio Goldsztein.


CLIQUE AQUI para conhecer, por categoria, as 29 empresas vencedoras do 27º Top de Marketing da ADVB/RS.

[portaldapropaganda.com.br]

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Nichos de mercado podem ser alternativa de sucesso.

A tendência da maioria dos empreendedores é investir em mercados com grande número de consumidores. É a velha história de vender água no deserto. É tiro e queda, certo? Essa lógica é correta, mas como os concorrentes pensam do mesmo modo, o mercado fica apertado. Afinal, pode haver muitos consumidores em um determinado segmento, mas também sempre há muitas empresas dispostas a atendê-los e dividi-los com você. A saída pode ser investir em nichos muito específicos, oferecendo produtos e serviços para grupos muito menores, mas dispostos a pagar mais (muito mais às vezes) pelo que desejam.
Pode parecer loucura entrar em um mercado pequeno, mas a reportagem de capa deste mês da Pequenas Empresas & Grandes Negócios mostra que muita gente que apostou em nichos para lá de restritos está faturando alto. Mais do que isso, a revista demonstra que isso é uma tendência, potencializada principalmente pela internet, que ajuda a aproximar as pessoas com interesses semelhantes, fazendo um boca-a-boca virtual, que acelera os crescimento do negócio.
Segmentar – ou seja, cortar o mercado em pedaços e investir em um deles – foi a saída, por exemplo, de Jacqueline Mikahil, da agência de viagens Be Happy. Ela decidiu deixar de lado os pacotes tradicionais para oferecer apenas em roteiros de lua-de-mel. Em três anos, seu faturamento dobrou. “Segmentar não é escolher, é abrir mão”, explica Fabio Mariano, sociólogo e professor da ESPM, uma das escolas de comunicação mais reverenciadas do país. “Os empresários precisam entender isso para dar certo.”
As tribos se concentram e se multiplicam na internet, diz a revista. Procuram produtos que necessitam e compartilham com outras pessoas de hábitos semelhantes por meio das redes sociais. Como produtos específicos são sempre mais difíceis de achar, informações desse tipo são valiosas. “As redes de relacionamento permitem que as pessoas se reúnam e troquem informações relativas a gostos e preferências, e, é claro, sobre as empresas que atendem as suas expectativas”, explica a professora Lívia Barbosa, também da ESPM.
[blogdosempreendedores.com.br]